PLANTÃO NOTURNO · 19:00 → 07:00
A triagem classifica o paciente e ele aparece na hora no celular de todos os médicos do turno. Ninguém instala aplicativo. Ninguém cria senha.
O mesmo endereço faz papéis diferentes. A enfermagem abre a fila e cadastra; o médico só escaneia e recebe. Dois segredos de força diferente sustentam a LGPD do produto — e os dois morrem na virada do turno.
MEDINSIGHTSSem conta, sem senha, sem app. A enfermeira toca em Iniciar uma nova fila e a mesma tela vira o balcão da triagem daquele turno.
O balcão mostra o QR do plantão e uma contagem até a virada. É esse código, afixado na recepção, que o médico escaneia — e ele é o único segredo que abre a fila anonimizada.
MEDINSIGHTSTRIAGEMA cada paciente, a enfermagem preenche os dados e escolhe uma das cinco cores de Manchester. No instante em que preenche o nome, a tela já avisa: o médico verá só as iniciais.
Um toque em Colocar na fila e avisar e o paciente aparece no aparelho de todos os médicos do turno — com som e vibração. O nome completo fica só neste balcão.
Escaneou o QR, o pager abre no browser de internet. Mas nos celulares a opção de receber notificações só existe se a aplicação estiver na área de trabalho. É restrição do sistema — e é onde o plantão inteiro silencia sem ninguém perceber. É necessário salvar o Pager na área de trabalho:
Salvo na área de trabalho, o pager vira um ícone como qualquer aplicativo — e é esse ícone que o sistema deixa notificar com o telefone bloqueado. Abrir pelo navegador não basta.
Aberto pelo ícone, o pager pede uma coisa: como o médico quer ser chamado pelos colegas do turno. É o nome que viaja no chamado da equipe — e a única coisa que ele preenche.
MEDINSIGHTSAO VIVOA fila do médico é ao vivo: o paciente aparece no segundo em que a triagem classifica. E como o pager está instalado, o aviso chega com o telefone bloqueado, som e vibração.
Escolha o intervalo em que este celular pode tocar. Fora dele o chamado ainda chega — na tela e na lista — mas sem som.
Cada médico vê quem mais está no turno e chama um colega por texto livre, que chega no celular do outro exatamente como foi escrito. A presença é do próprio aparelho — some quando ele dorme, volta quando acorda.
Nada para vazar, compartilhar ou esquecer. O acesso é um link de capacidade que morre na virada do turno.
Web Push instalado na Tela de Início: o aviso chega no segundo em que o paciente é classificado, com o celular no bolso.
O médico vê iniciais e sexo. O nome completo fica na triagem e não sai para nenhum aparelho de plantonista.
Entra o plantão noturno. O QR do turno anterior para de abrir; a fila da tarde não atravessa para a noite.
Entra o diurno e abre a sua própria fila. O ícone salvo no celular encontra sozinho a fila do novo turno — sem QR novo.
Da recepção ao médico, sem conta, sem senha e sem nome de paciente cruzando a rede. Um clique abre; a virada encerra.